Analise de um Virabrequim de Ferro Fundido

O virabrequim é uma peça muito importante. Fica submetida a esforços muito grandes e deve funcionar bem, tanto em alta como em baixa rotação. Os mancais são lubrificados, de tal maneira que o virabrequim praticamente “flutua” num banho de óleo. Raramente, um virabrequim quebra; os fundidos usados hoje em dia são resistentes e duráveis. É muito difícil de ser fabricado, por causa da sua forma irregular. Os virabrequins modernos trabalham em rotação muito elevada, normalmente até 7000 rpm, e, em carros esportes, até 8.500 rpm. Por isso, se não estiverem muito bem equilibrados, o motor começa a trepidar e forçar os mancais. Os virabrequins são equilibrados por máquinas especiais. Porém, ao virar em alta rotação, o virabrequim se envergará como um arco e criará um esforço excessivo sobre os mancais. Por isso é que temos que realizar a caracterização do material através de vários ensaios mecânicos, verificação das estruturas e composição química. Tendo esses resultados fazemos as comparações com as normas técnicas e temos as conclusões da aprovação ou rejeição do produto.

Análise do comportamento da solda em Ferro fundido cinzento

As peças feitas de Ferro fundido cinzento tem grande importância na fabricação de máquinas e na sua versatilidade de aplicações muitas vezes precisam ser soldadas. Como não temos a ideia dos efeitos da mudança das estruturas pela deposição de solda da peça escolhida, nesse trabalho se propõem a caracterização e comparação da estrutura da peça e os resultado das mudanças após solda e também a verificação e comparação da região aquecida pelo calor e da solda. Na conclusão vamos ver se tem muitas diferenças que poderiam acarretar a fragilização da peça pelo processo de soldagem.

Propriedades e caracterização de uma chapa de aço 1020

O Aço 1020 é uma liga de aço-carbono, com até 1% de manganês e 0,20% de carbono que é padronizado pelo norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) NBR 6006, que, por sua vez, é uma reunião das normas estabelecidas pela AISI (American Iron and Steel Institute, que quer dizer, Instituto Americano do Ferro e do Aço) e pela SAE (Society of Automotive Industry, ou seja, Sociedade da Indústria Automotiva). Por meio desta padronização torna-se possível identificar e classificar os diferentes tipos de aço e para tanto determina-se as propriedades mecânicas, a microestrutura e a composição química do material. Neste estudo, será apresentado os ensaios de tração, dobramento, dureza, análise do tipo de microestrutura (quantidade de fases, textura e tamanho de grão) e composição química do material. O objetivo específico deste trabalho é comparar os resultados obtidos das análises de uma amostra de aço 1020 com os parâmetros descritos na norma ABNT, afim de, caracterizar o material em análise e conferir seu enquadramento nas especificações técnicas.

Abrigo Automatizado para Animais Domésticos

Diversas vezes o cachorro pode se tornar um incomodo para seus donos, isso é observado principalmente na vida de pessoas muito ocupadas ou em casos de viagens em que o animal não pode ser levado. Pensando nisso, o grupo tentou através desse projeto evitar esse tipo de incomodo, desenvolvendo uma casa de cachorro automatizada que alimenta o pet em horários previamente programados e oferece conforto ao animal. O propósito é facilitar a vida do dono quando ele estiver impossibilitado de tomar conta de seu cachorro. O alimentador é programado para alimentar o animal determinadas vezes ao dia, com a luz e o sensor de presença, a casa ficará sempre iluminada durante a noite e o cooler manterá a casa sempre ventilada não permitindo o mal cheiro e o calor excessivo, sendo programado para ligar e desligar na hora mais quente do dia. Os materiais utilizados foram: madeira, sensor de luminosidade LDR, cooler (12 volts), led (12 volts), relê, fios, bateria (9 Volts), suportes (L) de ferro para apoio, pregos e parafusos, um galão de 5 litros, tinta vermelha, branca, preta e cinza, servo motor e placa GoGoBoard.

Aeromodelo RC com monitoramento

Os processos de monitoramento aéreo não tripulado são de grande valia para verificação de áreas cujo espaço aéreo podem ser considerados não seguros. Dentro deste escopo, este trabalho tem por objetivo a construção da fuselagem, implementação do sistema eletrônico necessário para o funcionamento do aeromodelo e a instalação de um sistema de visualização que garante o monitoramento de áreas terrestres. Para tanto, pretende-se utilizar Depron e Isopor P3 para a construção da fuselagem e reciclagem e adaptação de um sistema RC para a motorização do sistema.

Alarme Residencial

O presente projeto apresenta o desenvolvimento de um protótipo de um alarme residencial que soe e pisque quando há invasores em uma residência particular, acionados por um sensor de presença. Quando o invasor entrar na casa, o sensor de luminosidade, presente na porta, aciona a contagem regressiva. Se dentro de alguns segundos essa mesma pessoa não apertar um botão escondido na parede atrás de um quadro, os LED’s são ligados, a buzina acionada e o servo motor começa rodar a engrenagem, fazendo com que o portão se feche e com que o intruso fique preso dentro da casa sem poder sair. Utilizou-se uma maquete de uma casa de madeira, 4LED’s (sendo que um é infravermelho), um botão vermelho liga/desliga, pedaços de madeira utilizados para fazer o portão por exemplo, um servo motor de antena parabólica, sensor de luminosidade, buzina pequena, cremalheira, uma engrenagem, um pequeno bastão de ferro utilizado para manter o portão no lugar, pregos e fios. Após a construção e programação da maquete, os objetivos foram atingidos de acordo com o inicialmente proposto.

Arduino: Seguidor/Labirinto/Obstáculo

O sensor ultrassônico HC-SR04 funciona como um detector de objetos e permite medir distancias mínimas de 2 centímetros podendo chegar a distancias máximas de até 5 metros com uma precisão de 3 milímetros . Estes sensores emitem um sinal ultrassônico que reflete em um objeto e retorna ao sensor (eco). O sinal de retorno é captado, permitindo-se deduzir a distância do objeto ao sensor tomando o tempo de trânsito do sinal. Dependendo do modelo de sensor utilizado, ele poderá ser incompatível com a placa, e neste caso, depende de um sinal de trigger com cerca de 10us de duração, algo que não obtemos no blocos ou logo, usando a saída de motores. Para gerarmos este trigger, usamos um circuito com o chip ne555, ou ainda, podemos modificar o firmware da placa para gerá-lo. O sinal é similar ao utilizado no pulso pwm para controle dos motores. Gerando este trigger, basta ligarmos o pino echo a uma das entradas de sensor da Gogo Board. Utilizando um monitor, e obstruindo o sensor, deveremos notar a variação de valores na entrada de sensor utilizada, porem, o mais recomendado será montar a programação em blocos ou logo, de modo a ler o sensor a cada 1s, podendo ocorrer erros de leitura com tempos de leituras menores. GoGo Board é um dispositivo programável desenvolvido para projetos baseados em sensores e controles. É adequado para a construção de robôs, coletores de dados e dispositivos para interação humano-computador. Sua funcionalidade é inspirada no MIT Cricket e muitos outros dispositivos programáveis, como o Lego Mindstorms, a placa IRX board, e Basic Stamps.

AUTOMAÇÃO DA BASE DE TV

O objetivo do trabalho foi desenvolver um protótipo para automação de uma base de televisão para regulagem da posição da tela, visando a comodidade do usuário. O posicionamento da tela é realizado através do controle de posição de um servomotor. Para o protótipo, foram utilizados um monitor, simulando a tela da TV, uma base de plástico para suportar a TVe uma outra para apoiar a placa, sendo que o motor que fará o movimento. A base da televisão recebe um comando da placa de controle que indicará quantos graus que essa mesma deve se movimentar em sentido horário e anti-horário. Os materiais utilizados foram PVC, chapas de plástico, monitor de TV usado, metais para suporte, isopor e outros plásticos.

Automação de Closet Residencial

A domótica, ou automação residencial, vem ganhando cada vez mais importância no mercado. Atualmente, todos querem ter facilidade e conforto em sua casa pela tecnologia, por isso, empresas estão investindo fortemente nesse ramo. Nesse sentido, desenvolveu-se um trabalho de automação de um closet, que de forma bem simples pode agradar o consumidor, cada vez mais exigente. O objetivo foi criar um ambiente confortável e também prático, onde a computação e estilo podem se destacar em harmonia, através de um mecanismo que gira as roupas possibilitando uma visualização maior de todas as combinações. Ao captar um movimento, um sensor manda um comando para a placa de comando e assim as portas são abertas pelos servos motores, o LED se acende e o motor onde está o suporte do cabideiro começa a rodar para que a pessoa possa escolher suas roupas. Ao deixar o closet, o motor de para de funcionar, as portas se fecham e o LED se apaga. Para o desenvolvimento do protótipo proposto foram utilizados os seguintes componentes: madeira para paredes, papel Paraná para porta, palito de churrasco para a porta, fios para motores e LED, arame, 3 motores (servo-motores), 1 LED, sensor de presença, placa GoGoBoard, móveis para a maquete, tubo de PVC e ferramentas em geral.

Automação de Garagem Residencial

O objetivo do projeto foi desenvolver um protótipo para a automação de uma garagem residencial. O portão abre automaticamente através de um sensor de presença para a entrada do carro. A programação da garagem funciona da seguinte maneira: Quando o carro se posiciona na frente no portão, o sensor infravermelho envia um sinal para a placa que abre o portão e o mantem aberto por um tempo. Para o carro sair, é acionada uma chave que rotaciona uma placa circular no chão 180° e abre o portão que fecha segundos depois. Ao detectar a aproximação do veículo, o sensor de presença aciona os dois motores do portão, que comandam sua abertura. Três servos motores. Os materiais utilizados foram bornes, placa de controle, sensor infravermelho, chave de acionamento e madeira para a estrutura.